Graus da obesidade: quais são os tipos e como identificar os melhores tratamentos

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Atualmente, o Brasil é um país de obesos. Mais de 50% da população está acima do peso. Entretanto, os graus da obesidade variam bastante. Você sabe como determinar o seu?

Até algum tempo atrás, a maioria das pessoas acreditava que a obesidade era apenas questão de estética. No entanto, cada vez mais estão compreendendo que se trata de uma doença crônica. E como doença, precisa de tratamento adequado. O grau dessa obesidade é que vai determinar a melhor conduta.

E se você está em dúvida sobre ser obeso ou obeso mórbido, confira nosso artigo a seguir e aprenda quais são os diferentes níveis de sobrepeso!

Como o grau de obesidade é calculado

A forma mais comum de diagnosticar a obesidade é o cálculo de Índice de Massa Corporal, mais conhecido como IMC. A partir da relação entre altura e peso, é possível chegar a um determinado número. Esse valor é então comparado a uma tabela internacional, adotada como parâmetro avaliativo.

Desenvolvido no século XIX, esse cálculo é feito dividindo o peso pela altura ao quadrado. Na prática, isso significa que um homem que pesa 110kg e mede 1,65cm tem IMC de 40, o que o colocaria no grau máximo da obesidade.

Quais são os graus da obesidade

Quem consegue determinar exatamente o risco da obesidade é o endocrinologista. Entretanto, é possível ter uma prévia desse grau por meio do IMC e da escala internacional. Dentro desse protocolo, a obesidade se divide em:

  • sobrepeso ou pré-obesidade: quando o IMC está entre 25 e 29.9;
  • obesidade grau I ou obesidade leve: quando o IMC está entre 30 e 34,9;
  • obesidade grau II ou obesidade moderada: quando o IMC está entre 35 e 39,9;
  • obesidade grau III ou obesidade mórbida: quando o IMC está acima de 40.

Essa classificação serve como ponto de partida para a definição da melhor forma de emagrecimento. A prioridade é sempre a perda de peso sem intervenções invasivas. Conforme o nível da obesidade e suas doenças associadas, o especialista vai definir a melhor conduta para evitar cirurgias ou procedimentos que coloquem o paciente em risco.

Por que fatores de risco devem ser levados em consideração no tratamento

Como a obesidade é uma doença crônica multifatorial, seu tratamento não depende apenas da determinação do grau. Uma pessoa com diabetes, por exemplo, deverá evitar procedimentos invasivos, pois terá dificuldade de cicatrização. Já um paciente com tireoidismo possivelmente terá que tomar medicação para os hormônios e então iniciar uma reeducação alimentar completa.

Analisar o fatores de risco vai ajudar a determinar o meio mais seguro de emagrecimento e suas etapas. Em geral, a principal indicação é de um tratamento sem cirurgia. Com ajuda de um equipe multidisciplinar e um acompanhamento personalizado, os resultados costumam ser bastante eficientes em todos os graus de obesidade e sempre com menos riscos.

Se você quer entender melhor porque um emagrecimento não invasivo é sempre mais recomendado, aproveite para ler o artigo Mitos e verdades sobre a bariátrica! Você vai aprender sobre como esse procedimento nem sempre é tão seguro quanto parece!

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